Diagnóstico antes de proposta
Não vendemos pacote sem olhar. O escopo nasce do que encontramos, e às vezes a recomendação honesta é fazer menos.
Começamos no Centro do Rio em 2017, atendendo duas fintechs que precisavam de quem entendesse de ataque para defender melhor. O método que usamos hoje nasceu ali: olhar antes de propor, registrar cada decisão e falar a língua de quem assina o contrato.
Defesa boa é a que cabe na rotina de quem vai mantê-la depois que a gente sai.
A primeira resposta a incidente da Bit Carioca aconteceu numa madrugada de domingo, com três pessoas e um quadro branco. Deu certo, mas mostrou o que faltava: processo, registro e gente descansada para a próxima.
Nos anos seguintes construímos exatamente isso. Um centro de monitoramento com plantão de verdade, relatórios que a diretoria lê sem tradutor e uma rotina de testes que não depende de heroísmo. Crescemos junto com clientes que ainda estão conosco — alguns desde aquele primeiro domingo.
Hoje somos uma equipe enxuta por escolha. Preferimos conhecer cada operação de perto a escalar atendendo qualquer demanda. É o que nos permite ser diretos quando algo não se justifica.
Não vendemos pacote sem olhar. O escopo nasce do que encontramos, e às vezes a recomendação honesta é fazer menos.
Cada alerta tratado e cada decisão tomada ficam documentados. Quando você precisar prestar contas, a linha do tempo já existe.
Relatório que ninguém entende não protege ninguém. Escrevemos para a equipe técnica e para quem decide, sem jargão de prateleira.
Entregamos para que você consiga manter. Treinamos sua equipe e documentamos o caminho, em vez de criar dependência.
Coordena o centro de monitoramento e o plantão. Conduz as investigações que viram aprendizado para toda a equipe.
Responde pelos testes de invasão e pela revisão de arquitetura. Defende relatórios curtos, com prioridades claras.
Traduz a Lei 13.709/2018 em decisões de operação e acompanha o relacionamento com a ANPD.